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UTI do Hospital Montenegro salva 75 por cento dos pacientes

August 28, 2017

Quando se fala que um paciente foi para a UTI, muita gente pensa que já está com os dias contados. Mas os números mostram o contrário. No caso da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Montenegro (HM), 75% dos pacientes que dão entrada na UTI acabam se recuperando, o que é um índice bastante alto se comparado com outros locais. “Temos uma UTI de ponta, que é referência no Estado, com ótimos números”, comemora o diretor administrativo do hospital, Carlos Batista da Silveira, durante o 4º aniversário da UTI do HM.

Nestes quatro anos de reativação da UTI, completados no último domingo, a taxa de ocupação tem se mantido elevada, geralmente com os dez leitos ocupados. Mas o giro de pacientes é grande, o que faz com quem possam sempre ser disponibilizados leitos. “A UTI dá um importante suporte básico para o crescimento do hospital”, ressalta Batista. Mesmo com o alto custo da unidade, ele lembra a importância da retaguarda que traz para a parte médica. “É um investimento grande, mas é fundamental”, considera.

Neste quatro anos, cerca de dois mil pacientes de toda a região e até de cidades mais distantes foram atendidos e a maioria salvos na UTI do HM, a única do Vale do Caí com atendimento totalmente gratuito pelo 100% SUS. “São atendidos em torno de 50 pacientes ao mês. Estamos conseguindo resultados semelhantes aos melhores hospitais do Estado”, afirma o coordenador da UTI, médico Jósé Pettinn. 

Para que a UTI voltasse a funcionar foi feita uma grande mobilização em Montenegro e na região, incluindo pedágios, venda de camisetas, doações e muitas outras ações. E a união de esforços deu resultado, já que a UTI está funcionando muito bem, com alta tecnologia e bons profissionais. “É uma UTI regional e estadual, com leitos para todo o Estado. Ela permitiu alavancar o hospital em termos de cuidar dos pacientes mais graves. Com a UTI começamos a tratar pacientes de média e alta complexidade. É impensável tratar um paciente grave sem ter a UTI. Qualificou o atendimento”, ressalta o diretor técnico do HM, médico Fábricio Fonseca. 

Como a taxa de ocupação supera os 90%, em breve deve se pensar em ampliação da UTI. Mas com o orçamento atual isso não seria possível devido aos altos custos. Batista ressalta que desde a inauguração está se buscando a qualificação da UTI, para que possa se receber mais recursos. Mas isso ainda não ocorreu.

Atualmente a maioria dos pacientes atendidos na UTI são vítimas de acidente vascular cerebral (AVC), além de caos de infarto, problemas respiratórios, acidentes e outros. “Estamos fazendo aquilo que é necessário, salvar vidas. Isso é o mais importante”, enfatiza Carlos Batista.
 

 

 

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