Corpo de Belchior não apresenta marcas de violência, diz Polícia

A Delegada Raquel Schneider, da Polícia Civil de Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, atendeu a ocorrência sobre a morte do cantor Belchior no município. Segundo ela, o corpo não tinha sinais de violência. A policial acredita em morte natural e que o músico estava dormindo quando faleceu. Mesmo assim, ela só vai ter certeza quando receber laudo da necropsia.

A perícia no corpo já começou no Departamento Médico Legal (DML) em Cachoeira do Sul. Belchior morava há um ano e meio na casa de um amigo na rua Álvaro Correa da Silva, bairro Santo Inácio, em Santa Cruz do Sul. Na cidade, ele residia há quatro anos. O amigo Dogival Duarte disse que tinha contato com o músico há vários anos e que, inclusive, tentou encontrá-lo quando ele estava desaparecido.

"Soube que ele estava no Uruguai e não consegui falar com ele. Fui até lá. Mas um amigo meu encontrou Belchior e disse que eu estava procurando ele. Aí ele veio e ficou um tempo comigo e com amigos. Aí não saiu mais. Foi quando consegui esta casa para ele morar e isso por que ele ficou já na casa de três pessoas da cidade. Ele gostava muito daqui por ser uma cidade pacata e tinha muitos amigos", diz Duarte.

O amigo diz que o artista tinha um grande humor e que estava feliz, estava bem. Ele morava na cidade com a companheira. Duarte diz que o músico gostava muito de falar sobre assuntos internacionais, do ex-presidente Obama e sobre a paz mundial.

Depois da necropsia, o corpo será levado para a cidade de Sobral, onde o artista nasceu, para a realização dos procedimentos funerários. O músico é autor de sucessos como "Velha Roupa Colorida" e "Apenas um Rapaz Latino-Americano".


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