Depois de sessão tensa, vereadores de Bento ratificam aumento do IPTU

“Vergonha, vergonha”. Sob as vaias de um grande público, os vereadores bento-gonçalvenses foram se retirando um a um do plenário da Câmara Municipal no final da tarde desta quarta-feira, dia 28, quando terminava a última sessão legislativa do ano. Os protestos dos populares eram contra a aprovação, por 11 votos a cinco, do aumento do IPTU para 2017, que, em muitos casos, chegará a 25%, além da correção automática pelo IGPM.

A votação ratificou o que havia sido decidido na sessão extraordinária das 16 horas, apenas com um voto a mais, pois o vereador Adriano Nunes (PPS), que não esteve na primeira votação, nesta segunda votou com a base governista.

A sessão foi pra lá de movimentada. Um homem, identificado como Ênio Bruschi, precisou ser retirado do plenário, uma vez que gritava e tumultuava a sessão desde o seu início, enquanto o vereador Carlos Pozza (PP) tentava ler o versículo bíblico. Quatro seguranças – a direção da Casa havia pedido reforço para a sessão – retiraram o cidadão e posteriormente solicitaram a presença da Brigada Militar, que acalmou os ânimos. O homem alegava ter sido agredido pelos seguranças.

A sessão chegou a ser interrompida por 10 minutos pelo presidente Gilmar Pessutto (PSDB) em uma medida que se não é inédita não ocorria no recinto há longos anos.


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