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Investigação sobre morte de menino em Tupandi há um ano ainda não foi concluída

December 20, 2016

Um ano depois da morte de um menino de 3 anos num enfeite de Natal de uma Praça Municipal de Tupandi, o inquérito policial ainda não foi concluído. Conforme o delegado de Bom Princípio, Paulo Gilberto Baladão, responsável pelo caso, a investigação dependia da perícias do Instituto Geral de Criminalística no local do fato e o laudo do Departamento Médico Legal no corpo do menino, resultados que acabaram atrasando. O delegado explica que é um caso que requer verificação de culpabilidade, em que se deve avaliar se houve imprudência, negligência ou imperícia por parte de quem instalou a decoração. Por se tratar de um caso bastante complexo, que necessita das provas técnicas, ainda não houve o indiciamento. Ele acredita que o responsável pela instalação da ornamentação poderá ser indiciado por homicídio culposo, onde não houve a intenção. Depois de concluído, o inquérito será encaminhado para a Justiça.

A família do menino Douglas de Alencar Chaussard lamenta a demora no andamento do processo. Para a tia Elise Chaussard, que foi a primeira a ver o sobrinho caído e que chegou também a levar um choque ao socorrê-lo, a apuração dos fatos está muito lenta. “Está muito parado. É muita enrolação. Queremos justiça”, reclamou, informando que a família vai entrar com ação na Justiça. 

Douglas morreu eletrocutado num pinheiro de Natal quando brincava na Praça Municipal José Aloísio Seidel, situada perto de sua casa, no bairro Vida Nova, em Tupandi. O acidente aconteceu na noite de 4 de dezembro de 2015, uma sexta-feira. Em torno de 20h30min ele teria se aproximado do arranjo de Natal – um pinheirinho montado com uma armação de ferro e luzes coloridas, quando levou o choque e caiu. Socorrido pelos familiares, foi levado ao posto de saúde do município e em seguida para a UPA de Bom Princípio, onde acabou chegando sem vida.

Os familiares, entre eles os pais Luciana Alencar e João Cleber Chaussard, aguardam por Justiça. Na época, além do inquérito policial, a Prefeitura informou que seria instaurada uma sindicância para apurar os fatos. O prefeito Helio Muller informou que tinha sido contratada através de licitação uma empresa para a instalação da decoração. E que foi prestada assistência a família do menino. O empresário José Milton Flach, da empresa JM Eletricidade, responsável pelas instalações elétricas, lamentou a tragédia. Ele lembrou que todas as instalações foram testadas. Com a experiência de 30 anos no ramo, suspeitou que tivesse ocorrido um desvio ou fuga de corrente.

 

 

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